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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Steve Wonder é eleito o melhor show do Rock In Rio; Ke$ha o pior


Após 160 atrações musicais e 700 mil pessoas em 7 dias da quarta edição do Rock in Rio no Brasil, chegou a hora de lembrar o que marcou este festival. Houve de apresentações memoráveis a exageros performáticos, de personagens inesperados a imagens de encher os olhos. Mas as coisas não acabam por aqui. Afinal, todo dia é dia de rock, bebê.
a imagem (Foto: Editoria de Arte/G1)
Imagem do Palco Mundo do Rock in Rio feita durante o show da banda Jota Quest na sexta-feira (30) (Foto: Alexandre Durão/G1)Imagem do Palco Mundo do Rock in Rio feita durante o show da banda Jota Quest na sexta-feira (30) (Foto: Alexandre Durão/G1)
Melhor show Rock in Rio (Foto: G1)
Stevie Wonder durante o show (Foto: Flavio Moraes/G1)Stevie Wonder no show (Foto: Flavio Moraes/G1)
Os sucessos de Stevie Wonder já seriam o bastante para fechar bem o dia 29, mas o cantor foi além de “You are the sunshine of my life”, "Higher ground", "I just called to say I love you", “My cherie amour” e “Isn't she lovely”. A apresentação teve ainda a presença da cantora Janelle Monáe. Na noite do soul, Stevie cativou famílias e casais com covers de “The girl from Ipanema” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), e “Você abusou”, de Antonio Carlos e Jocafi, conhecida na interpretação de Toquinho. Salve simpatia.
Pior show Rock in Rio (Foto: G1)
Ke$ha não agradou a todos (Foto: Flavio Moraes/G1)Ke$ha não agradou a todos (Foto: Flavio Moraes/G1)
Ela bem que se esforçou. A apresentação que durou uma hora foi suficiente para Ke$ha quebrar uma guitarra ("Fuck him"), "beber" sangue falso ("Cannibal") e estrelar coreografias desconjuntadas que não foram exatamente bem recebidas pela plateia. O dance pop festivo e desbocado da cantora americana ficou totalmente descontextualizado na noite dos sons com pegada soul de Janelle Monáe, Stevie Wonder e Jamiroquai.
Selo A Mais Pedida (Foto: Arte G1)
Chris Martin do Coldplay (Foto: Flavio Moraes/G1)Chris Martin do Coldplay (Foto: Flavio Moraes/G1)
Nenhuma apresentação foi tão marcada por um hit como a do Coldplay, que fechou o penúltimo dia de Rock in Rio. Durante grande parte do espetáculo, os fãs do grupo britânico entoaram o coro de "Viva la vida" como se fossem uma torcida de futebol, antes, durante e depois de Chris Martin cantar o hit do disco de mesmo nome lançado em 2008. A música foi a mais celebrada do set de uma hora e 25 minutos de bom show, concorrendo com hits como "In my place", "Fix you" e "Clocks".
Figurino (Foto: G1)
Não só pelos hits Katy Perry agradou no show do primeiro dia de Rock in Rio. A cantora trocou diversas vezes de roupa, mostrou decotes e plumas e paetês e ganhou o público também pelo visual (Foto: Flavio Moraes/G1)Não só pelos hits Katy Perry agradou no show do primeiro dia de Rock in Rio, no dia 23. A cantora trocou diversas vezes de roupa, mostrou decotes e plumas e paetês, e ganhou o público também pelo visual (Foto: Flavio Moraes/G1)
o bordão (Foto: Editoria de Arte/G1)
Hoje é dia de rock bebê balanço (Foto: Carolina Lauriano / G1)Irmãs vestem o bordão (Foto: Carolina Lauriano/G1)
Uma entrevista ao vivo da atriz Christiane Torloni no primeiro dia do festival deu o tom das brincadeiras tanto na internet quanto nos quatro cantos da Cidade do Rock - ao longo de todos os sete dias de festival. Em um papo para lá de 'alegre' em frente às câmeras, Christiane Torloni soltou a frase que seria transformada em marca da atual edição do festival: 'Hoje é dia de rock, bebê!'. O bordão foi parar na boca de famosos e anônimos que circularam pelos gramados do festival e brilhou até nas estampas das camisetas.
Galã (Foto: Editoria de Arte/G1)
maroon 5 (Foto: Flavio Moraes/G1)O vocalista Adam Levine (Foto: Flavio Moraes/G1)
O vocalista Adam Levine arrancou suspiros do público feminino, notadamente em maioria durante o show da banda californiana Maroon 5 no sábado (1º). Com uma camisa justa, uma performance cheia de rebolados e saltos no encerramento de quase todas as canções, o cantor comandou os coros das mulheres na plateia e conseguiu total domínio da multidão. Cada sucesso do Maroon 5, como “Sunday morning” e “This love”, tinha os gritinhos das garotas como complemento obrigatório.
Musa Rock in Rio (Foto: G1)
Shakira; Joss Stone (Foto: Flavio Moraes/G1)Shakira e Joss Stone (Foto: Flavio Moraes/G1)
Deu um justo empate no quesito beleza. Afinal, foram dois estilos de visual completamente diferentes, mas que encheram de graça os palcos do Rock in Rio. De um lado, a inglesa Joss Stone, brejeira e descompromissada,  encantadora por sua doçura no olhar e por sua simpatia. Do outro,a sensualidade latina de Shakira, que entortou os pescoços dos marmanjos com rebolados diferentes para cada música. As duas fizeram bem não só para os ouvidos da plateia.
o figura (Foto: Editoria de Arte/G1)
Julio de Sorocaba ganha um desejado beijo de Katy Perry (Foto: Flavio Moraes/G1)Julio de Sorocaba e Kate (Foto: Flavio Moraes/G1)
Na performance com toque sexy e provocante de Katy Perry no primeiro dia de festival, um anônimo da plateia conseguiu seus 15 minutos de fama. O rapaz que ficou conhecido como "Julio de Sorocaba" subiu ao palco e virou parte da apresentação. Beijou Katy Perry, foi beijado pela cantora e acabou como viral na internet. Conseguiu até um contrato para tuitar durante o Rock in Rio, mas o prêmio maior foi a 'chegada' em Katy. Ele definiu o momento mágico em uma frase: "ela tem um gosto muito macio".
a performance (Foto: Editoria de Arte/G1)
Slipknot (Foto: G1)O mosh no show do Slipknot (Foto: G1)
Se música barulhenta, roupas de presidiário e máscaras não fossem suficientes para fazer do show do Slipknot, no domingo (25), a performance mais marcante do Rock in Rio, um dos integrantes teve a interação mais forte com o público do festival. Quando começou a apresentação de "Duality", o DJ Starscream subiu em lugar reservado para a equipe técnica do evento e pulou em cima do público, em uma das cenas mais marcantes dos sete dias de Rock in Rio.
funcionou (Foto: Editoria de Arte/G1)
janelle (Foto: Flavio Moraes/G1)A cantora Janelle Monáe (Foto: Flavio Moraes/G1)
Diferentemente de edições passadas do Rock in Rio, não houve chuva de latas e nem mesmo vaias em profusão - pelo menos algo que ficasse para a história. A programação no Palco Mundo foi razoavelmente coesa e dias como o de inspiração black, com Janelle Monáe e do metal, tiveram boa resposta do público. Mesmo as exceções Ke$ha e Gloria acabaram saindo ilesos de constrangimentos mesmo estando algo deslocados no line-up. É verdade que Gloria, sofreu um pouco mais com algumas vaias dos metaleiros enquanto arriscava covers do Pantera.
não funcionou (Foto: Editoria de Arte/G1)

Tom Zé e Mutantes (Foto: Alexandre Durão/G1)Tom Zé e Mutantes (Foto: Alexandre Durão/G1)
A ideia para o Palco Sunset, local onde aconteceriam os shows menores, era a de promover encontros. A escalação previa que duas bandas se juntassem no palco para gerar, por meio de uma parceria, shows exclusivos e inovadores. Mas faltou acertar os detalhes da propostas com os próprios músicos que aceitaram o desafio da organização. Ao longo do festival, o que mais aconteceu foi o revezamanto entre as bandas "parceiras", que faziam shows separadamente. O caso mais extremo foi o de Tom Zé e Mutantes.
Pegou bem (Foto: Editoria de Arte/G1)
tirolesa (Foto: Alexandre Durão/G1)Adrenalina na tirolesa (Foto: Alexandre Durão/G1)
A tirolesa foi um dos brinquedos que mais teve procura na Cidade do Rock nos sete dias de Rock in Rio. A brincadeira partia da altura de 24 metros e o trajeto de 200 metros de extensão, diante do Palco Mundo, era feito em brevíssimos 35 segundos. O equipamento funcionou a partir da abertura dos portões até a madrugada seguinte. Os fãs de música ficaram até sete horas na fila da brincadeira radical. Até a cantora americana Janelle Monáe fez questão de experimentar. Já a nossa Ivete chegou a tuitar que gostaria de usar o brinquedo durante um dos shows.
pegou mal (Foto: Editoria de Arte/G1)
Detonautas (Foto: Flavio Moraes/G1)Tico, do Detonautas (Foto: Flavio Moraes/G1)
Artimanha manjada, enfiar sucessos de outros no repertório foi prática recorrente. O Detonautas fez citações a Queen, Nirvana e Raul Seixas em troca de aplausos. O Gloria enfrentou as vaias no dia do metal com covers de peso do Pantera.  A campeã, no entanto, foi Claudia Leitte, com covers de Rolling Stones, Led Zeppelin, Zeca Baleiro, Tim Maia, Frenéticas, Chico Science, Jorge Ben Jor e Sergio Mendes. Emmerson Nogueira se orgulharia.

domingo, 2 de outubro de 2011

Professora sem Classe – DVDRip – Dublado (Dual Áudio)


Capa Professora sem Classe   DVDRip   Dublado (Dual Áudio)INFORMAÇÕES DO ARQUIVOÁudio: Português
Legenda:
 Sim – Aqui
Tamanho:
 800 MB
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10


INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2011
Gênero: Comédia
Duração: 98 min
SINOPSE

Depois de levar o fora de um namorado em uma relação de interesses, Elizabeth Halsey (Cameron Diaz) é uma professora desbocada que quer conquistar um professor substituto. Mas para alcançar seu objetivo terá que passar por cima da namorada certinha do cara.
Capa Professora sem Classe   DVDRip   Dublado (Dual Áudio)

Lanterna Verde – DVDRip – Dublado (Dual Áudio)


Capa Lanterna Verde   DVDRip   Dublado (Dual Áudio)INFORMAÇÕES DO ARQUIVOÁudio: Português
Legenda:
 Sim – Aqui
Tamanho:
 900 MB
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10


INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2011
Gênero: Ação
Duração: 114 min
SINOPSE

Em um universo tão vasto quanto misterioso, uma pequena mas poderosa força existe há séculos. Protetora da paz e da justiça, ela é conhecida como a Tropa dos Lanternas Verdes. Uma irmandade de guerreiros designada a manter a ordem intergaláctica, na qual cada Lanterna Verde possui um anel que lhe garante superpoderes. Porém, um novo inimigo chamado Parallax ameaça destruir o equilíbrio das forças do Universo e o destino dos guerreiros e do planeta Terra estará nas mãos do seu mais novo recruta, o primeiro humano a ser selecionado para a Tropa: Hal Jordan, interpretado por Ryan Reynolds.
Capa Lanterna Verde   DVDRip   Dublado (Dual Áudio)

sábado, 1 de outubro de 2011

Shakira rebola até o chão, tenta agradar, canta País Tropical, mas não empolga


FAMOSIDADES
FAMOSIDADES


















Shakira fez tudo para agradar ao público brasileiro. Mostrou um “portunhol” avançado, rebolou até o chão, disse que “nesta noite eu sou toda de vocês”, mas mesmo com um set list recheado de sucessos, foi difícil fazer frente para a grande “micareta” proporcionada por Ivete Sangalo. A boa baiana bem tentou ajudar ao dividir o palco com “País Tropical”, de Jorge Bem Jor, outro agrado, mas nem isso foi o suficiente.

Com uma hora de atraso, a colombiana subiu ao palco Mundo do Rock in Rio com os primeiros acordes de um passado já distante em sua carreira – “Estoy Aqui” acabou sendo incluído no repertório diante da insistências dos fãs em ouvir a fase “adolescente” de Shakira. Mas nem todo mundo sabia, e logo na canção de abertura, o que aconteceu foi uma recepção fria.
Com exceção dos fãs que passaram o dia guardando lugar no “gargarejo”, o que se viu na Cidade do Rock foi uma apresentação morna, longe de ser unanimidade, longe de agradar. 
AgNews
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Shakira em ação: não faltou carisma e rebolado, mas o público não empolgou
AgNews
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País Tropical, junto com Ivete, foi o único momento em que os fãs ovacionaram performance
Performática no palco com sua banda que incluí diversos dançarinos, a cantora bem que tentou: fez um show de múltiplas facetas, passando pelo reggaeton de “La Tortura”, com parada no flamenco de “Gypsy”, e ainda promoveu canções do seu recé-lançado disco “Black and White Americana”. Mas em nenhum momento causou sincera comoção. 
Nem a versão ainda mais lenta de "Nothing Else Matters", do Metallica, que também se apresentou neste Rock in Rio no último domingo, foi capaz de causar a impressão de que algo novo estava sendo mostrado ao público na Cidade do Rock. Além disso, clássicos como "Si Te Vas" e  "Whenever, Wherever" (quando recebeu fãs no palco para abraços apaixonados) causaram real comoção de uma plateia já cansada e com vontade de ir embora.
Quer dizer, ela teve uma ajudinha brasileira para melhorar um pouco a situação: “Quero convidar uma deusa para cantar com a gente agora no palco. É uma honra cantar com ela. Com vocês, a rainha Ivete Sangalo”, convidou Shakira. Aí, sim, disse o público. Shakira mandou bem na letra do Jorge Ben, mas a tática durou pouco. Nem “Waka, Waka”, música tema da última Copa do Mundo, na África do Sul, que fechou a apresentação, foi capaz de trazer a sensação de que o show de encerramento realmente foi bem planejado. 
Diante da recepção e clamor que Ivete Sangalo causou na sua apresentação sola, mas fácil seria admitir que a noite era do pop-rock, com ênfase no axé, e deixar a boa baiana domina tudo de vez. 
fonte:msn